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Artigo 07/01/2026

Tendências tech no setor de gestão de Projetos: o que vai importar em 2026

Por Ricardo Moraes, CEO da Metroll

As conversas sobre tendências tech no setor de gestão de Projetos costumam girar em torno de novidades chamativas. No entanto, quem vive a rotina de Projetos sabe que a tecnologia que realmente importa é a que reduz ruído, aumenta previsibilidade e transforma dados desconexos em decisões claras. É por isso que 2026 será um ano marcado menos por ferramentas novas e mais por soluções que resolvem problemas antigos.

E, quando olhamos para o que está mudando, percebemos que o setor dá sinais de maturidade. Empresas passaram a buscar integração de áreas, dados confiáveis e estruturas que permitam negociar prazos e custos com mais segurança. Assim, acompanhar as tendências tech no setor de gestão de Projetos significa entender para onde a gestão está evoluindo e por que certas escolhas tecnológicas vão definir a eficiência dos próximos anos.

 

Integração entre áreas como base da produtividade

Se existe uma tendência que considero inegociável, é a integração entre áreas. Muitos Projetos ainda enfrentam desafios porque engenharia, suprimentos e financeiro trabalham com informações próprias. Esse desalinhamento gera decisões tardias e afeta diretamente o desempenho do Projeto.

Por isso, vejo a integração como o eixo das transformações que virão. Não há tecnologia eficaz sem fluxos contínuos, dados compartilhados e uma leitura única da operação. A integração reduz retrabalho, aproxima as áreas e torna o gerenciamento mais transparente. Quando todos enxergam o mesmo dado, o Projeto ganha ritmo, previsibilidade e segurança.

 

Dados confiáveis orientando decisões estratégicas

Outra tendência que deve se fortalecer é o uso técnico e sistemático de dados confiáveis. O setor já entendeu que operar com percepções é arriscado. Decisões importantes dependem de indicadores consistentes, histórico adequado e análises que reflitam a realidade do campo.

Essa é uma mudança profunda. Gestores passam a exigir dados que sustentem debates críticos, justifiquem negociações e permitam antecipar riscos com mais precisão. A tecnologia que prospera é aquela capaz de registrar, organizar e traduzir dados em conhecimento. Não se trata de ter mais números, mas sim números melhores, rastreáveis e confiáveis.

 

Menos estética, mais governança

Nos últimos anos, muitas soluções priorizaram aparência. No entanto, dashboards bonitos não resolvem desafios de gestão. O setor percebeu que a verdadeira inovação está na governança. Plataformas que orientam processos, estruturam aprovações, registram histórico e reduzem variáveis não controladas ganham espaço.

Vejo um movimento claro: tecnologia que apenas exibe informações tende a perder relevância; tecnologia que sustenta a operação tende a crescer. Isso porque a governança é o que mantém o Projeto sob controle, independentemente do porte ou da complexidade.

 

Foco em prazo e custo: tecnologia como ferramenta de negociação

A relação entre tecnologia e resultados financeiros será ainda mais direta. Duas variáveis continuam guiando qualquer tomada de decisão: prazo e custo. Por mais que novas ferramentas surjam, nada substitui a necessidade de entregar dentro do que foi previsto e com segurança orçamentária.

Por isso, considero essencial que as soluções tecnológicas ajudem a negociar esses dois pontos com precisão. Tendências tech no setor só fazem sentido quando fortalecem análises, fundamentam discussões e trazem argumentos sólidos para alinhamento público-privado. Em outras palavras, tecnologia precisa gerar impacto concreto no cronograma e no orçamento.

 

Tecnologia além das estruturas: soluções para equipes internas

Também vejo uma mudança interessante: empresas com estruturas internas robustas buscam tecnologia para organizar rotinas, aumentar visibilidade e eliminar ruído. Isso mostra que o setor evoluiu. A tecnologia deixa de ser acessório de quem terceiriza a gestão e passa a ser ferramenta de quem quer fortalecer processos internos.

Esse movimento abre espaço para soluções flexíveis, capazes de atender operações distintas de engenharia, suprimentos, financeiro e governança. Tendências tech no setor apontam para plataformas que conversam com realidades diferentes, sem perder profundidade técnica.

 

Previsibilidade como diferencial competitivo

A busca por previsibilidade será uma das marcas de 2026. Projetos com dados dispersos, fluxos paralelos e decisões pouco documentadas sofrem com opacidade. Em contrapartida, operações que registram evidências, acompanham indicadores e expõem riscos com clareza constroem ambientes de confiança.

Por isso, tecnologias que aumentam transparência e reduzem ruído serão cada vez mais valorizadas. Previsibilidade deixa de ser um ideal e passa a ser um ativo de gestão. E, em setores de alto investimento, isso se traduz em solidez institucional.

 

Como a Metroll acompanha esse movimento

A Metroll se antecipa às tendências tech no setor de gestão de Projetos ao unir engenharia, tecnologia e gestão em uma abordagem própria. A Plataforma de Gestão Integrada Metroll nasce da prática, da rotina e dos desafios reais enfrentados em 17 anos de Projetos complexos.

Ela integra áreas, organiza fluxos, oferece dados confiáveis e sustenta decisões críticas. A plataforma não foi criada para decorar dashboards, mas para transformar Projetos em operações governáveis, claras e alinhadas. Essa visão orienta nosso trabalho e reflete nossa convicção de que a tecnologia precisa resolver problemas reais de quem constrói, financia e acompanha Projetos.

 

Se você busca mais previsibilidade, menos ruído e uma gestão orientada por dados, converse com a Metroll e conheça como estamos construindo o futuro da gestão de Projetos.

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