Por Ricardo Moraes, CEO da Metroll
As conversas sobre tendências tech no setor de gestão de Projetos costumam girar em torno de novidades chamativas. No entanto, quem vive a rotina de Projetos sabe que a tecnologia que realmente importa é a que reduz ruído, aumenta previsibilidade e transforma dados desconexos em decisões claras. É por isso que 2026 será um ano marcado menos por ferramentas novas e mais por soluções que resolvem problemas antigos.
E, quando olhamos para o que está mudando, percebemos que o setor dá sinais de maturidade. Empresas passaram a buscar integração de áreas, dados confiáveis e estruturas que permitam negociar prazos e custos com mais segurança. Assim, acompanhar as tendências tech no setor de gestão de Projetos significa entender para onde a gestão está evoluindo e por que certas escolhas tecnológicas vão definir a eficiência dos próximos anos.
Se existe uma tendência que considero inegociável, é a integração entre áreas. Muitos Projetos ainda enfrentam desafios porque engenharia, suprimentos e financeiro trabalham com informações próprias. Esse desalinhamento gera decisões tardias e afeta diretamente o desempenho do Projeto.
Por isso, vejo a integração como o eixo das transformações que virão. Não há tecnologia eficaz sem fluxos contínuos, dados compartilhados e uma leitura única da operação. A integração reduz retrabalho, aproxima as áreas e torna o gerenciamento mais transparente. Quando todos enxergam o mesmo dado, o Projeto ganha ritmo, previsibilidade e segurança.
Outra tendência que deve se fortalecer é o uso técnico e sistemático de dados confiáveis. O setor já entendeu que operar com percepções é arriscado. Decisões importantes dependem de indicadores consistentes, histórico adequado e análises que reflitam a realidade do campo.
Essa é uma mudança profunda. Gestores passam a exigir dados que sustentem debates críticos, justifiquem negociações e permitam antecipar riscos com mais precisão. A tecnologia que prospera é aquela capaz de registrar, organizar e traduzir dados em conhecimento. Não se trata de ter mais números, mas sim números melhores, rastreáveis e confiáveis.
Nos últimos anos, muitas soluções priorizaram aparência. No entanto, dashboards bonitos não resolvem desafios de gestão. O setor percebeu que a verdadeira inovação está na governança. Plataformas que orientam processos, estruturam aprovações, registram histórico e reduzem variáveis não controladas ganham espaço.
Vejo um movimento claro: tecnologia que apenas exibe informações tende a perder relevância; tecnologia que sustenta a operação tende a crescer. Isso porque a governança é o que mantém o Projeto sob controle, independentemente do porte ou da complexidade.
A relação entre tecnologia e resultados financeiros será ainda mais direta. Duas variáveis continuam guiando qualquer tomada de decisão: prazo e custo. Por mais que novas ferramentas surjam, nada substitui a necessidade de entregar dentro do que foi previsto e com segurança orçamentária.
Por isso, considero essencial que as soluções tecnológicas ajudem a negociar esses dois pontos com precisão. Tendências tech no setor só fazem sentido quando fortalecem análises, fundamentam discussões e trazem argumentos sólidos para alinhamento público-privado. Em outras palavras, tecnologia precisa gerar impacto concreto no cronograma e no orçamento.
Também vejo uma mudança interessante: empresas com estruturas internas robustas buscam tecnologia para organizar rotinas, aumentar visibilidade e eliminar ruído. Isso mostra que o setor evoluiu. A tecnologia deixa de ser acessório de quem terceiriza a gestão e passa a ser ferramenta de quem quer fortalecer processos internos.
Esse movimento abre espaço para soluções flexíveis, capazes de atender operações distintas de engenharia, suprimentos, financeiro e governança. Tendências tech no setor apontam para plataformas que conversam com realidades diferentes, sem perder profundidade técnica.
A busca por previsibilidade será uma das marcas de 2026. Projetos com dados dispersos, fluxos paralelos e decisões pouco documentadas sofrem com opacidade. Em contrapartida, operações que registram evidências, acompanham indicadores e expõem riscos com clareza constroem ambientes de confiança.
Por isso, tecnologias que aumentam transparência e reduzem ruído serão cada vez mais valorizadas. Previsibilidade deixa de ser um ideal e passa a ser um ativo de gestão. E, em setores de alto investimento, isso se traduz em solidez institucional.
A Metroll se antecipa às tendências tech no setor de gestão de Projetos ao unir engenharia, tecnologia e gestão em uma abordagem própria. A Plataforma de Gestão Integrada Metroll nasce da prática, da rotina e dos desafios reais enfrentados em 17 anos de Projetos complexos.
Ela integra áreas, organiza fluxos, oferece dados confiáveis e sustenta decisões críticas. A plataforma não foi criada para decorar dashboards, mas para transformar Projetos em operações governáveis, claras e alinhadas. Essa visão orienta nosso trabalho e reflete nossa convicção de que a tecnologia precisa resolver problemas reais de quem constrói, financia e acompanha Projetos.
Se você busca mais previsibilidade, menos ruído e uma gestão orientada por dados, converse com a Metroll e conheça como estamos construindo o futuro da gestão de Projetos.